O que tem a ver Tarot e Psicologia?

Atualizado: Jun 21


Na década de 1980 o livro de Jung e o Tarot tomou uma proporção maior e então começou a se pensar na relação do psicológico com os oráculos, coisa que antes isso nem mesmo se passava pela cabeça dos pensadores e estudiosos. Não vou presumir que você sabe quem foi Jung então vou por aqui quem foi ele: “Carl Gustav Jung foi um psiquiatra e psicoterapeuta suíço que fundou a psicologia analítica. Jung propôs e desenvolveu os conceitos de personalidade extrovertida e introvertida, arquétipo e inconsciente coletivo. Seu trabalho tem sido influente na psiquiatria, psicologia, ciência da religião, literatura e áreas afins.” Bom, com a iniciação de Jung no estudo do tarot, começou o tema a circular entre todos, e deu início a percepção que o baralho seria uma fonte de sabedoria, como seus próprios criadores acreditavam, mas agora tomava um sentido mais forte na sociedade. Passava a ficar evidente a ideia de que abrindo o baralho podia ter respostas de coisas que os ouvidos e olhos não queriam ver. O tarot tem como significado o caminho real. O caminho do consulente é mostrado nas cartas, acessa um acervo documental dele em seu psicológico, memórias e trás de dentro o inconsciente. Muitas das respostas das cartas não são só sobre futuro, são coisas que o próprio indivíduo já sabe e que o tarólogo consegue ter a visão que o indivíduo por estar inserido em seu próprio mundo e mergulhado tão profundamente não consegue distinguir. As cartas vêm mostrando então que é retirado de dentro da pessoa as informações que muitas vezes o cliente já tem mas não esta acessando. Jung muito forte em seus fundamentos trouxe a tona o conceito de sincronicidade para definir acontecimentos que se relacionam não por relação causal e sim por relação de significado. Acredita-se na sincronicidade quando se lê o baralho, ou seja, que existem forças que ditam o universo. Diferentes eventos poderiam estar ligados pela causalidade, e também por significado. Fatos que parecem Coincidências às vezes, mas na verdade não são. Estão interligados e sabendo de uma coisa específica, tendo uma resposta, acabamos tendo ajuda para tomar decisões e orientar nossas vidas sobre o assunto questionado ou ainda sobre outros que possam ter relação. Então, sincronicidades seriam essas coincidências que não podem ser explicadas por casualidades e podem estar na mente ou sendo influenciadas por formas maiores. As cartas, elas refletem o momento, uma perspectiva, um valor ou algo intrínseco do consulente, mostra o nosso eu mais profundo. Em resumo o Tarot é uma interpretação da sincronicidade. Se pensarmos pela voz da razão, sem relacionar com a espiritualidade: Pelo inconsciente selecionamos cartas, colocamos em uma posição, o que resulta em um contato com eu interior do consulente e um pouco do nosso eu interior, que se conecta ao cliente energeticamente.

Essa conexão passa informações para benefício do mesmo, podendo ver situações anteriores, presentes e a maior probabilidade de futuro se continuar no mesmo caminho, além é claro um pouco de informações que o consulente desconhece de si mesmo, mas que está dentro dele.

Com essas informações postas as claras, abre-se a mente do cliente para ver possibilidades, ter entendimentos, curas pessoais e fazer a vida fluir mais facilmente!


Atendimento de Baralho Cigano e Tarot online - Taróloga Nathalia Andrade 41 -996554152

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